terça-feira, 22 de maio de 2018

segunda-feira, 21 de maio de 2018

domingo, 20 de maio de 2018

MilaResendes: Bolo com castanhas do butiá

Bolo de castanha do butiá

Fatia do bolo de castanha do butiá

Eduardo com o cacho de butiá


Castanhas do coquinho do butiá

Polpa do coco que sobrou depois do leite vegetal ser coado

Promessa é dívida! Vim mostrar o bolo que fiz com as castanhas do coquinho do butiá... e olha, sou suspeita mas ficou muito bommmmm... hehehe

Pena que acabou! Agora precisamos ganhar mais butiá, pra aproveitar os coquinhos também.

Quem quiser acompanhar a nossa epopéia dos coquinhos do butiá que viraram cricri e paçoca é só clicar aqui.

Quem quiser acompanhar a feitura do leite vegetal de coco clica aqui.

Lembrando que essas castanhas vieram do butiá que fizemos geléia pra relembrar clica aqui.

Boas leituras!

MilaResendes

sábado, 19 de maio de 2018

sexta-feira, 18 de maio de 2018

quinta-feira, 17 de maio de 2018

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Livro Caminhando para deus, Frei Patrício Sciadini


Livro Caminhando para deus
Frei Patrício Sciadini

Edições Paulinas
1982

Boas leituras!

MilaResendes: Feliz aniversário mana Vania Resendes!


E hoje os parabéns vão pra minha mana mais nova... Vania Resendes! 

Que Deus continue te abençoando com muita saúde e paz. 

Lembrando ao pessoal que a Vania é também uma Artesã de fino porte e que tem lojinha no site Elo7:  Ateliê Vania Resendes.

Boas leituras!

MilaResendes

terça-feira, 15 de maio de 2018

Livro Minutos de sabedoria, C. Torres Pastorino


Livro Minutos de sabedoria
C. Torres Pastorino

Editora Vozes
1994

Boas leituras!

Atualização sobre os mascotes do #LEIAGravataí





Nosso gatão esteve passando por um procedimento cirúrgico no dia 03 de maio passado e graças a Deus se recuperou super bem!

A nossa Rainha-Mãe Menina está bem também, sempre "festando"...

Dica de livro:



Boas leituras!

segunda-feira, 14 de maio de 2018

domingo, 13 de maio de 2018

Livro YouCat Brasil


Livro YouCat Brasil

Paulus Editora
2011

Boas leituras!

Feliz dia a todas as Mães!


A família do meu filho Júnior, minha nora Alexandra e meus netos Luiz Eduardo e Samuel

A família da minha filha Karoliny, meu genro Julio e meus netos Davi e Maria Clara

"Mãe presente divino
quanta ventura traduz
esse nome pequenino
fulgurante como a luz

Mãe a palavra primeira
que se aprende a balbuçar
nossa amiga verdadeira
doce Rainha do lar

Aceite pois mamãezinha
este pequeno cartão
que o teu meigo filhinho
arrancou do coração."

(desconheço a autoria)


Quero homenagear todas as Mães com este pequeno poema, o qual recitei em um Dia das Mãe a quase 50 anos atrás, em uma manhã de domingo, na Igreja Batista de Giruá onde minha mãe levava seus filhos.
Abraços a todos!

Até breve,

Eduardo Miranda

sábado, 12 de maio de 2018

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Livro Explosão Violenta, Henry Castillou


Livro Explosão Violenta
Henry Castillou

Tradução Rafael Nogueira

Editora Pan Americana
1970

Boas leituras!

quinta-feira, 10 de maio de 2018

quarta-feira, 9 de maio de 2018

terça-feira, 8 de maio de 2018

Livro O homem _ Uma introdução à Antropologia, Ralph Linton


Livro O homem _ Uma introdução à Antropologia
Ralph Linton

Tradução de Lavinia Vilela

Martins
1973

Boas leituras!





segunda-feira, 7 de maio de 2018

domingo, 6 de maio de 2018

sábado, 5 de maio de 2018

Livro As obras da carne e os frutos do espírito, Edir Macedo

"Precisamos ter um equilíbrio espiritual de tal forma que o mundo possa nos sentir verdadeiros cidadãos do Reino de Deus."

Livro As obras da carne e os frutos do espírito
Edir Macedo

Editora Gráfica Universal Ltda
2005

Boas leituras!

sexta-feira, 4 de maio de 2018

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Livro Terra Nua, Morris West


"Tenho escrito sobre as coisas que realmente me afligem, como os problemas religiosos, a perda da fé, o homem moderno, o mundo que nos cerca, a esperança, a guerra, a fome, a injustiça."
 Morris West

Livro Terra Nua
Morris West

Tradução Luiz Fernandes

Círculo do Livro S.A.
Distribuidora Record de Serviços de Imprensa S.A.

Boas leituras!

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Livro Psicologia Aplicada à Administração de Empresas, Cecília Whitaker Bergamini


Livro Psicologia Aplicada à Administração de Empresas
Psicologia do Comportamento Organizacional
Cecília Whitaker Bergamini

Editora Atlas S.A.
2006

Boas leituras!

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Livro O Vice-Rei de Uidá, Bruce Chatwin e o filme Cobra Verde de Werner Herzog


"As multisseculares relações do Brasil com o reino de Daomé - atual República Popular do Benin - se particularizam, neste romance, através da figura de Francisco Félix de Souza, o Chachá (título honorífico) de Uidá, cidade do litoral daquela região da África Ocidental, onde se erguia o forte português de São João Batista da Ajuda, em certo momento entreposto de escravos traficados para nosso país.
O baiano Souza foi para o Daomé na primeira década do século XIX. Ali fez amizade e celebrou um pacto de sangue com o príncipe que mais tarde ajudaria a ascender ao trono, usurpado por seu irmão, e que reinaria sob o nome de Ghezo. Em reconhecimento aos serviços prestados por Souza, Ghezo concedeu-lhe o monopólio do tráfico de escravos na região, e o Chachá Ajinaku, que passou a ter o elefante como emblema, se tornou um dos homens mais abastados e poderosos de Daomé. Sua imensa descendência se espalhou por toda a África Ocidental e sua memória é até hoje cultivada. O Chachá se tornou também uma das figuras veneradas nos templos de Uidá, dedicados ao culto dos voduns e dos antepassados.
Domingos José Martins, conterrâneo do Chachá, igualmente estabelecido em Uidá, homem de hábitos faustosos, de início se dedicou ao tráfico de escravos e, mais tarde, ao comércio do óleo de dendê, tendo acumulado grande fortuna em ambas as atividades. Bruce Chatwin, inspirado na vida dos dois baianos, compõe o personagem central de O Vice-Rei de Uidá, o negreiro Da Silva.
Após levantar na República Popular do Benin todos os dados possíveis para sua história, Bruce Chatwin viajou para o Brasil, onde completou a pesquisa. Dela resultou este romance. A ironia às vezes desabusada do autor, sua admirável concisão, o sentido de ritmo, a capacidade de recriar situações, ambientes e personagens vigorosos - um deles, a noiva abandonada, Eugênia da Silva, a Mamãe Wémé, talvez o mais tocante e patético de todos - fazem o encanto deste livro, que chamou a atenção do cineasta Werner Herzog. Inspirado em O Vice-Rei de Uidá, no momento ele filma Cobra Verde, com locações na África e no Brasil.
..."
 Carlos Eugênio Marcondes de Moura

Livro O Vice-Rei de Uidá
Bruce Chatwin

Tradução Carlos Eugênio Marcondes de Moura

Companhia das Letras
1987

P.S.
No youtube tem o citado filme de Herzog:


Boas leituras!

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Coleção Gestão Empresarial, volume 2 a 10, Revista Isto É


"A Coleção Gestão Empresarial foi especialmente desenvolvida para auxiliá-lo a aprimorar a gestão de seus negócios. Elaborados e supervisionados por especialistas, os livros visam proporcionar conhecimento em Finanças, Contabilidade, Marketing, Recursos Humanos, Planejamento Estratégico e em muitos outros temas fundamentais para a administração eficaz do negócio próprio."

Coleção Gestão Empresarial
2. Como garantir a eficiência
3. Como deixar as contas em dia
4. Como cuidar de seu dinheiro
5. Como gerenciar pessoas
6. Como vender seu peixe
7. Como planejar o próximo passo
8. Como entender o mercado
9. Como usar a matemática financeira
10. Como ser um empreendedor de sucesso

Gold Editora Ltda
2006

Boas leituras!

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Revistando: "A mãe da gente", Lya Luft, Revista Veja, maio de 2012


"Não gosto de escrever sobre ou em datas especiais, mas desta vez falo dessa singular criatura que é a mãe da gente, e dessa mais singular ainda relação entre nós e ela. Entre ela e nós? Há discrepâncias iniciais: o que sentimos e pensamos não coincide, em geral, com o que ela sente e pensa. Um dos dramas humanos é a distância entre a intenção de quem disse a palavra ou fez o gesto, o olhar, e quem os recebeu e tantas vezes interpretou erradamente, guardando mágoas das quais o causador nunca teve a menor idéia, muito menos intenção.
A intensidade com que sentimentos e cultura caracterizam e oneram as relações humanas, sobretudo essa, de mães e filhos, pode ser pungente. Algumas brincadeiras bobas não são tão bobas: "Mãe de mais, vira mimado; mãe de menos, fica revoltado". Peso excessivo se coloca sobre os ombros de mãe, e de pai também. Se uma boa família, isto é, razoavelmente saudável, em que corra mais forte o rio do afeto e da alegria do que o da frieza e do rancor, tende a produzir indivíduos emocionalmente mais saudáveis, a regra tem muitas exceções. Boas famílias podem conter filhos neuróticos, violentos, drogados, e famílias disfuncionais podem produzir gente equilibrada, positiva, produtiva.
Partindo do princípio de que relações são complicadas, ter um filho (a mais incrível experiência humana), ter de (ou querer) criá-lo para que seja feliz (seja lá o que isso significa), cuidar de sua saúde, seu desenvolvimento, dar-lhe afeto, bom ambiente, encontrar o dificílimo equilíbrio entre vigiar (pois quem ama cuida) e liberar (para q1ue se desenvolva), é tarefa gigantesca. Que a mais simples mãe do mundo pode realizar sem se dar conta, e na qual a mais sofisticada mãe pode falhar de maneira estrondosa, dando-se conta disso, ou jamais pensando nisso.
Neste universo de contradições, pressões, exigências, variedades e ansiedade em que andamos metidos, qualquer tarefa fica mais difícil, que dirá a de manter, concreta e emocionalmente, uma família numa relação boa dentro do possível. Os compromissos de pais e mães se avolumam, as necessidades e exigências de filhos e filhas se multiplicam, as ofertas se abrem como bocas devoradoras, o stress, a pressa, a multiplicidade de tudo, nos deixam pouco tempo físico para conviver com alegria ou escutar com atenção, e pouca disponibilidade psíquica: também pais e mães estão aflitos.
Se antes o pai chegava em casa à noite cansado, querendo jantar, ler o jornal, olhar um pouco os filhos e a mulher descansar, hoje chegam exaustos os dois: a mãe, além disso, pela constituição biopsíquica com que a dotou a mãe natureza (para preservação da espécie), e pela culpa que nossa cultura lhe impõe (ou é uma culpa natural e inevitável), chega duplamente sobrecarregada. Incluam-se aqui tarefas que parecem banais, como olhar roupa, comida, questões escolares dos filhos, embora hoje uma parcela crescente de pais tenha entendido que, não sendo nem retardados, nem deficientes físicos (ou mesmo sendo), podem assumir e curtir esses pequenos grandes trabalhos.
A mãe da gente é aquela que nos controla e assim nos salva e nos atormenta; e nos aguenta mesmo quando estamos mal-humorados, exigentes e chatos, mas também algumas vezes perde a calma e grita, ou chora. Mãe da gente é aquela que nos oprime e nos alivia por estar ali; que nos cuida, às vezes demais, e se não cuida a gente faz bobagem: é a que se queixa de que lhe damos pouca bola, não ligamos para seus esforços, e, mais tarde, de que quase não a visitamos; é aquela que só dorme quando sabe que a gente está em casa, e chegou bem; a que levanta da cama altas horas para pegar a gente numa festa quando o pai não está ou não existe, ou já fez isso vezes demais.
A mãe da gente é o mais inevitável, inefugível, imprescindível, amável, às vezes exasperante e carente ser que, seja qual for a nossa idade, cultura, país, etnia, classe social ou cultura, nos fará a mais dramática e pungente falta quando um dia nos dermos conta de que já não temos ninguém a quem chamar de "mãe"."

A Mãe da gente
Lya Luft

Revista Veja
9 de maio de 2012

Página 26
Edição 2.268
Ano 45
Nº 19

Boas leituras!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Livro Pensar é divertido, S. Kothe


"Na era dos computadores, das viagens espaciais e das minicalculadoras, o ensino da Matemática já não pode ser o mesmo de épocas passadas.
Muitos adultos de hoje estão em pé de guerra com a Matemática por causa de um ensino deficiente que, no curso primário, se limitava praticamente ao aprendizado de regras de cálculo. É que a Matemática só pode tornar-se uma matéria interessante quando são conhecidas as próprias estruturas em que ela se baseia.
O prof. Dienes mostrou que é possível aprender brincando. Com os Blocos Lógicos, criados por ele, é estimulado o raciocínio autônomo das crianças. Com o auxílio deste livro, os pais e os educadores têm a possibilidade de iniciar as crianças em jogos lógicos, colocando a base para uma compreensão melhor das estruturas da Matemática e do raciocínio."

Livro Pensar é divertido
S. Kothe

Editora Pedagógica e Universitária Ltda
1970

Boas leituras!

terça-feira, 24 de abril de 2018

MilaResendes: Fazendo leite vegetal de coco





Dia desses passei no supermercado e vi um coco fresco, puxa, me deu aquela vontade de levar e não levei... 
Aí, noutro dia, passei no mesmo super e vi novamente o coco, achei meio meio o valor do quilo mas vá lá, faziam tipo décadas que não comia coco da fruta mesmo, peguei um mais pra pequeno e paguei R$3,16. 
De cara pensei, bora lá, fazer leite de coco!

O Eduardo me ajudou na abertura do dito cujo, mas se não tiver alguém meio fortinho a dica é tire a água do coco e coloque-o no forno ligado por 15 minutos e depois dar algumas marteladas... 

Quebramos em pedaços, bebemos a água, e ralei os pedaços (o meu coco ficou mais escurinho porque não retiramos a película marrom), daí foi seguir a receita, dentre tantas que existem:

Leite de coco

No liquidificador coloque em média 1 xícara de polpa de coco, com 3 xícaras de água quente, bata por no mínimo 3 minutos ( ou até 5 minutos). Espere esfriar. Coe (eu comprei um daqueles coadores pra café de voal). 
A realidade: fica um leite, bem branquinho se você tirar a película, ou mais esmaecido se você resolver deixar a película. É um leite bem ralo, pelo menos o meu ficou ralo nessa proporção de ingredientes, talvez eu faça com menos água na próxima batida, afinal o meu coco dará mais uma receita de leite, venho aqui dizer como farei na próxima.
Ele pode ser conservado na geladeira por até 5 dias, desde que armazenado num vidro com tampa.
Nós usamos esse leite em batidas e junto com o kefir de leite. O gosto é bem bom, só mesmo esse lance da consistência...
A polpa que sobrou no coador está congelada e quando eu fizer o restante da polpa, juntarei os dois e vou fazer ou um bolo, ou uma bolachinha, qualquer receita que vá coco "ralado". 
Se você não quiser congelar a sobra da polpa, a dica que coletei é você secar ela no forno ou mesmo numa frigideira na boca do fogão...

Uma dica bem legal pra finalizar, é que se você não tiver coco fresco perto de você, ou simplesmente não quiser ter todo esse trabalho de abrir e ralar o coco, você pode fazer o mesmo leite vegetal de coco com flocos secos comprados em qualquer super! A receita é a mesma, você só deve verificar de comprar o coco ralado sem açúcar.

E vocês, curtem essas receitas de leites vegetais? 

MilaResendes

Livro A ameaça do rio, Marcelo Carneiro da Cunha


"Daniel fica muito aborrecido quando os visitantes do Rio chegam à fazenda onde ele mora, no Rio Grande do Sul. Para ele, arrgh!, o amigo do pai é um tremendo dum chato, a mulher dele tem jeito de "perua", o filho vive com cara de nojo e a filha não passa de uma patricinha enxerida com seu sotaque "esshperrto". Pior que isso: estão ali como espiões.
Daniel começa a traçar um plano para desmarcará-los e ver-se livre deles. Mas todo mundo, até seu melhor amigo, debanda para o lado do inimigo. Mesmo sozinho, ele vai em frente, porque, como todo bom gaúcho, não é de desanimar.
O resto da história? O próprio Daniel vai contar, de um jeito que só ele sabe e que é muito legal, aliás, "tri-legal". Prepare-se para um monte de surpresas e emoções que vêm por aí."

Livro A ameaça do rio
Marcelo Carneiro da Cunha

Ilustrações Edgar Vasques

Editora Ática
2001

Boas leituras!

segunda-feira, 23 de abril de 2018

"A educação de Neymar", Coluna José Paulo da Rosa, Revista Evidência Gravataí, ANO XXXIII, Nº 235, 04/2018, R$14,90


"D'Alessandro foi liberado pelo Inter, em março, para ir à Argentina concluir o ensino médio. Isso é bom, mas evidencia a dificuldade de os jogadores seguirem seus estudos _ o meia colorado está com 36 anos. Neymar, por sua vez, o melhor jogador brasileiro em atividade, parou de estudar no segundo ano do ensino médio. Em 2016, nos 20 times que jogaram a série A, havia 500 jogadores. Apenas seis tinham curso superior e outros nove estavam cursando. Curioso que, desses quinze, sete eram goleiros. De qualquer modo, num país onde a maioria dos jovens, especialmente meninos, sonha em ser jogador de futebol, seria bom que os jogadores profissionais seguissem seus estudos enquanto jogam, até como forma de estimular a juventude. Times de futebol precisam criar condições para isso, assim como as escolas deveriam incentivar cada vez mais o esporte _ futebol, vôlei, basquete, handebol, atletismo _, pois educação e esporte são as melhores alternativas para o desenvolvimento de nossos jovens. É claro que Neymar pode jogar muito bem e ser milionário independente da educação que tem. Higuita também conseguiu ser protagonista no mundo do esporte e personalidade de sua cidade, mesmo com baixa educação. Todavia não tenho dúvida de que esses atletas seriam melhores, como jogadores e como pessoas, se tivessem uma educação mais elevada. O aumento do nível educacional da população também contribuirá para diminuir índices de corrupção. Por tudo isso, para que não tenhamos como referência apenas jogadores de futebol _ ou mesmo traficantes _, deveríamos estar mais preocupados com o fato de Neymar interromper seus estudos e menos com seu metatarso."

Coluna Conceito de José Paulo da Rosa
jp.rosa@terra.com.br

Revista Evidência Gravataí
ANO XXXIII, Nº 235, 04/2018, R$14,90

Página 48

Direção e Edição Luiz Henrique Saltiel
www.revistaevidencia.com.br

Boas leituras!

Livro Novo Testamento, Sociedade Bíblica do Brasil


"A promoção da Bíblia é um tema em que os cristãos podem trabalhar juntos para a glória de Deus e o bem da família humana." João Paulo II aos representantes das Sociedades Bíblicas Unidas

Livro Novo Testamento
Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Sociedade Bíblica do Brasil
2003

Boas leituras!

domingo, 22 de abril de 2018

MilaResendes: Nossa produção de coquinho de butiá

Eduardo martelando os coquinhos de butiá

Ei-los os coquinhos de butiá, ficaram "secando" por dois meses

Tinha algumas sementes que tinham 3, outras 2 e aquele em que havia somente 1 coquinho o Eduardo chamava de "galo"

E a produção tava rendendo...

Cascas, quero tentar fazer algum artesanato com elas...

Vejam: com 3 coquinhos, com 2 e o galo 1 só

Ahaaaa, tinham vários bichinhos, esse foi o mais robusto

Como aqui na loja não tenho forno, de pronto, fiz no microondas um cricri de coquinho de butiá e paçoca

Cricri de coquinho de butiá no microondas: um punhado de coquinhos, um punhado de açúcar, um dedinho de água, mistura num pirex de vidro, leva ao micro de 2 em 2 minutos; o meu no total deve ter dados umas 8x de 2 minutos, até que por fim, açucarou aí foi só ficar mexendo até esfriar e esfarelar o cricri 

Paçoca de Coquinho de Butiá: um punhado de coquinho, o restinho do açúcar que ficou do cricri, aveia em flocos, bate tudo no liquidificados até virar uma paçoca

Lembram do cacho de butiá que o irmão do Eduardo ganhou? Pois é, ele nos deu alguns butiás e guardamos as sementes... e ontem foi o dia que resolvemos abrir os coquinhos!

Tudo que é natural é um pouco mais trabalhoso, mas também dá uma satisfação depois de pronto...

Agora, depois do cricri e da poçoca, estou pesquisando receitas na internet, porque tenho a encomenda de um bolo com o coquinho do butiá... quando fizer, venho mostrar foto pra vocês.

MilaResendes